Em nossa 21ª Convenção Nacional de Livrarias, que se realizou em setembro de 2011, na cidade do Rio de Janeiro, com o tema Livrari@ - realidades e perspectivas, tínhamos uma grande expectativa sobre como os participantes estariam preparados para as novas tecnologias que chegaram para ficar. Com temas atuais e provocativos buscamos instigar os livreiros a ir além da posição de ouvinte e que fossem mais atuantes. E atendendo uma reivindicação de outras convenções, ampliamos o espaço do debate para que os participantes pudessem questionar e falar sobre suas experiências. Certamente, um dos pontos fortes do nosso encontro anual.
“O que constatamos, com as intervenções de nossos participantes, é que a questão do livro digital vai além da tecnologia e esbarra nas grandes diferenças regionais de nosso imenso território, com necessidades locais, tanto por parte do leitor como do livreiro. Entre os pontos positivos, as empresas nacionais começam a desenvolver e apresentar soluções compatíveis dirigidas para o pequeno e médio livreiro. O livreiro brasileiro começa a se conscientizar sobre esse tema e que ações têm de ser desenvolvidas por iniciativa própria, não esperando que o governo se sensibilize com o mercado livreiro nacional”, enfatiza Ednilson, em seu editorial do Balanço da Convenção, disponibilizado no site da www.anl.org.br.
Outro tema da Convenção foram as Políticas Públicas para o livro e a leitura. Os maiores questionamentos foram direcionados quanto à implantação e funcionamento do Livro e da Livraria Popular, à época ainda sem os editais publicados.
E é desta forma que a ANL desenvolve sua plataforma de trabalho.
Cordialmente,
Ednilson Xavier
Presidente da ANL
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